Um espaço de acolhimento e orientação, antes mesmo da consulta.
Iniciar uma jornada de cuidado traz muitas perguntas. Algumas são objetivas, outras mais difíceis de formular. Muitas vezes, a dúvida vem junto do medo, da insegurança ou da sensação de estar perdido.
Esta seção foi criada para acolher você nesse momento. Aqui, reunimos respostas simples e cuidadosas para perguntas que recebemos com frequência. Nosso objetivo é tornar o caminho mais claro desde o início — com escuta, tempo e respeito.
Perguntas Frequentes
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Os atendimentos são particulares, mas fornecemos nota fiscal e toda a documentação necessária para solicitação de reembolso junto ao seu plano de saúde.
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Sim, em hospitais parceiros. A consulta é particular, mas muitos pacientes conseguem reembolso parcial ou integral. Explicamos todas as etapas e possibilidades com transparência; e auxiliamos no processo de solicitação de cirurgia e internação com o seu convênio, e articulamos com o hospital conveniado.
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A consulta é um espaço de conversa e escuta. O Dr. Guilherme vai ouvir seus sintomas/problemas, revisar exames (se houver), realizar exame físico e explicar os possíveis caminhos. Não se trata de decidir nada às pressas — o foco é compreender e te ajudar a compreender o que está acontecendo com você, e organizar o plano terapêutico individual e ideal para cada caso.
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Não. Cada caso e paciente precisa ser visto de forma singular para que seja traçado um plano de tratamento individual - que pode contar com acompanhamento, terapias adjuvantes (com fisioterapia, medicação ou mudanças de hábito) ou cirurgia. Independente do caminho, estamos preparados para lhe receber. Obs: A cirurgia só é considerada quando realmente necessária — e a decisão é sempre tomada em conjunto, com explicações claras.
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No caso de indicação e necessidade cirúrgica, vamos conversar para que o paciente se sinta confortável e seguro. Explicamos e ajudamos em todo o percurso, desde escolha do hospital, aprovação do convênio, e seguimento pós operatório.
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Dor lombar crônica pode ter causas diversas: musculares, posturais, inflamatórias ou até emocionais. O mais importante é investigar com calma, entender o impacto da dor na sua rotina e construir um plano que faça sentido para a sua vida.
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Dor irradiada (geralmente para pernas ou braços), dormência, perda de força e alterações de sensibilidade são sinais comuns. O diagnóstico envolve exame físico detalhado, exames de imagem e escuta ativa do paciente. O tratamento pode incluir analgesia, reabilitação e terapias adjuvantes e, em alguns casos, cirurgia.
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São procedimentos que visam reduzir o trauma da cirurgia, preservar musculatura e acelerar a recuperação. Embora nem todos os casos sejam elegíveis, essa é sempre a primeira opção considerada nos casos cirúrgicos. A escolha depende de critérios técnicos e do perfil clínico de cada paciente.
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Você pode considerar buscar ajuda psiquiátrica quando sentir que algo está afetando seu bem-estar emocional, seus relacionamentos ou sua rotina. Sintomas como tristeza persistente, desânimo, ansiedade, insônia, irritabilidade, cansaço excessivo ou dificuldade de lidar com situações do dia a dia são sinais de que talvez seja hora de procurar apoio. Não é preciso esperar que as coisas piorem — muitas pessoas buscam um psiquiatra para entender melhor suas emoções, melhorar a qualidade de vida ou complementar o cuidado que já recebem de outros profissionais. Não existe uma “demanda pequena demais”.
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Tudo bem. A consulta não depende da sua performance. O profissional conduz a conversa com cuidado e acolhe até o silêncio. Se quiser, pode trazer anotações, exames, ou só você mesmo. A escuta acontece no tempo certo.
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Escuta e olhar atento, com tendência a avaliar a complexidade de cada um, como um todo, entendendo o histórico psiquiátrico e clínico, e entendendo como que tudo isso pode interferir na saúde mental. Se indicado, são solicitados exames laboratoriais e/ou de imagem, e realizados encaminhamentos adequados a partir do plano terapêutico individual traçado.
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O acompanhamento varia conforme o momento e as necessidades de cada paciente. Entendemos o caso, e traçamos juntos um plano de tratamento individual. Pode incluir medicação, psicoterapia, terapias adjuvantes (como fisioterapia, acupuntura, terapia ocupacional, exercício físico, nutrição…) escutas pontuais ou orientações. A periodicidade é ajustada e proposta a cada caso, sempre com flexibilidade e sem rigidez.
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Não. Você pode agendar diretamente com a nossa equipe, sem burocracia ou formulários complexos.
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A consulta não é um ponto final. Você poderá entrar em contato para tirar dúvidas, compartilhar exames e ajustar condutas sempre que necessário. Cuidar é estar por perto, mesmo fora da sala de atendimento.
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Esse medo é mais comum do que parece — e, às vezes, impede que a pessoa busque ajuda. Aqui, acreditamos que dar nome às coisas, com responsabilidade e sem alarde, é uma forma de cuidar. Mesmo o diagnóstico mais delicado pode ser acolhido com humanidade.
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É só nos avisar com antecedência. Vamos reagendar com tranquilidade e encontrar um novo horário que funcione para você.
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Se tiver, traga. Mas se não tiver, tudo bem. A consulta serve para entender seu quadro, e se for necessário, solicitamos exames complementares. O mais importante é sua presença — o resto construímos juntos.
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Claro. Se você está em dúvida sobre marcar ou quer entender melhor como funcionamos, nossa equipe está disponível para conversar com você.
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Durante a semana, respondemos dentro do horário comercial. Se houver necessidade fora desse período, orientamos durante a consulta como proceder, garantindo clareza e segurança. Estamos sempre por perto.